A floresta permanece de pé porque há quem a sustente todos os dias.
Mulheres de povos e comunidades tradicionais estão no centro desse cuidado: preservam saberes, protegem territórios, garantem a segurança alimentar e mantêm vivas as relações entre a comunidade, a natureza e o futuro.
É a partir delas que se revela a urgência de enfrentar as desigualdades que atravessam a Amazônia. Olhamos para o território com soluções intersetoriais, pois acreditamos que somente em rede alcançamos uma floresta viva com justiça social, autonomia comunitária e valorização dos saberes ancestrais.
Apostamos na força das mulheres como eixo de transformação dos territórios e na construção de caminhos que unam cuidado, direitos, bem-estar e floresta em pé. Proteger a Amazônia é fortalecer quem a sustenta.