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Guardiãs da Floresta
Rede de autonomia feminina no Marajó

A mata em pé.Porque embaixo tem elas.

Uma iniciativa que fortalece o protagonismo feminino nas comunidades ribeirinhas e extrativistas da Amazônia, unindo identidade, território e sustentabilidade.

Em cada fase, o projeto integra saberes ancestrais com tecnologias sociais, formação par-a-par e instrumentos de incidência política.

Ao longo dos 3 anos de sua execução prevemos recursos para aquisição de equipamentos, assistência técnica, extensão rural (ATER) e escuta psicossocial para as famílias atendidas.

Ações junto à comunidade e uma plataforma de Saberes para agir positivamente em três frentes.

Os três pilares da rede

Saberes que se multiplicam

Cada formação une o que as Guardiãs já sabem ao conhecimento da escola. Três caminhos que se encontram no mesmo território.

Sociobioeconomia

Sustentabilidade, economia circular, alcançando cadeias de valor sensíveis a gênero. Empreendedorismo feminino, formalização de negócios, educação financeira, acesso a crédito e mercados, e tecnologias sociais.

  • Beneficiamento e boas práticas
  • Gestão e comercialização
  • Acesso a ATER e às compras públicas (PAA)

Saúde e Bem-estar

Um cuidado que abraça inteiro. Nos Cantinhos do Cuidado, a gente cria espaços de acolhimento, proteção e educação em saúde, com mutirões de prevenção e enfrentamento à violência. O saber das parteiras e benzedeiras caminha junto com a saúde formal.

  • Cantinhos do Cuidado
  • Mutirões de saúde preventiva
  • Enfrentamento à violência

Direitos e Cidadania

Documento na mão, voz na roda. A gente fortalece o acesso a direitos e a políticas públicas e a participação nas decisões do território, com uma governança que conecta a comunidade às secretarias e aos parceiros da rede.

  • Documentação e direitos
  • Políticas públicas e PAA
  • Mesa Intersetorial e participação
15+
comunidades extrativistas
1.400
mulheres alcançadas
34+
multiplicadoras formadas
36
meses de caminhada
Como a gente faz

Sensibilizar, aprofundar e replicar

Uma pedagogia que viaja. O saber não fica numa pessoa só, ele caminha pelo território de mulher em mulher.

Passo 1

Sensibilizar

O primeiro encontro é de escuta e de vínculo, pra despertar o protagonismo de cada uma nas comunidades.

Passo 2

Aprofundar

As trilhas de formação nos três pilares, juntando a vivência presencial com a plataforma digital.

Passo 3

Replicar

Cada multiplicadora forma novas mulheres, e assim a rede cresce de comunidade em comunidade.

Somos o nosso território.
Letícia Moraes
Vice-presidente do Conselho Nacional de Extrativistas
Nossa chama é para avisar que embaixo das árvores tem gente. E também para iluminar o nosso caminho.
Luane Savalarinho
Ilha Cajuubinha, Muaná, Marajó

Faça parte da rede que
mantém a floresta de pé

Apoie, faça parte ou venha conhecer de perto o Guardiãs da Floresta.